Luiz Ruffato


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Mineiro de Cataguases, filho de um pipoqueiro semi-analfabeto e de uma lavadeira de roupas analfabeta, o percurso profissional de Luiz Ruffato inclui atividades diversas como auxiliar de pipoqueiro, caixeiro de botequim, balconista de armarinho, operário têxtil, torneiro-mecânico, professor, gerente de lanchonete, vendedor de livros ambulante. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Ruffato mergulhou no jornalismo. Nesta profissão, em São Paulo, fez carreira, a partir de 1990, como repórter, redator, subeditor, editor e finalmente secretário de redação do Jornal da Tarde, encerrando suas atividades em abril de 2003, quando passou a se dedicar exclusivamente à literatura. Em 2005 iniciou, pela Editora Record, uma série de cinco volumes, intitulada Inferno provisório, que tenta compor a história da industrialização do Brasil, a partir do ponto de vista do trabalhador urbano. Destes, já saíram Mamma, son tanto felice (também lançado na França), O mundo inimigo, Vista parcial da noite e O livro das impossibilidades. O quinto e último volume, Domingos sem Deus, sai no segundo semestre do ano que vem.

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