“Faltam adoções ‘de coração’”


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Hoje estou com 35 anos e tive a minha história parecida com a de Carlos, nome fictício utilizado pela reportagem deste Comércio (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=48542). Com 7 anos meus pais também já haviam falecido. Após morar alguns anos em uma creche fui adotado por uma tia. Algo que percebi entre a minha história e a de muitos outros na mesma situação que eu, é que falta "aquela" adoção feita "de coração" e não somente para preencher um vazio da vida de quem adota. Paulo César Barbosa de Souza Franca - SP ***** A desestrutura familiar e o consequente abandono dos filhos é mais uma mazela que recai sobre a escola. Covardemente a sociedade se esquiva desse problema e o coloca totalmente sobre os ombros de um professor. Os demagogos acadêmicos precisam reconhecer que a solução para essas crianças requer uma partilha de responsabilidades entre escola e outros segmentos sociais, como por exemplo o Conselho Tutelar. Aliás, esse órgão necessita de uma profunda reformulação para que realmente venha demonstrar alguma utilidade no trato das questões envolvendo menores. Dársio Batista Franca - SP

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