“Estou indignado”


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Estive naquele lugar denominado “pronto-socorro” com minha noiva que tinha dores causadas por infecção. Esperamos uma hora e meia e nada... Fomos embora indignados pela falta de estrutura daquele lugar. Passamos em uma farmácia e compramos remédios para tirar dor. Aquilo não pode ser chamado de pronto-socorro. É um horror. Tivemos medo ao observar, lá dentro, tanta coisa errada, tanta falta de respeito para com a população, funcionários despreparados, estressados. A sala de espera – um cubículo – lotado de gente aglomerada, alguns com gripe e outros, certamente, com outros tipos de doença que podem contagiar porque o local não tem ventilação. Se tem alguém que precisa fazer exame de urina, tem que usar o mesmo banheiro que todos usam e colher lá o material, sem higiene alguma; sem falar no constrangimento de passar entre os que esperam com o frasco de urina para entregar ao médico. É tudo absurdo, falta de respeito sem precedentes contra o povo francano. Se você leva alguém doente também adoece só de ver a falta de respeito com o ser humano que sofre. Minha noiva entrou em desespero e pediu-me em lágrimas, para ir embora. Estou indignado. Amauri Soares Siqueira Franca - SP

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