‘Contribuição’ do crime custa R$ 600 na cidade


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O delegado Pedro Luiz Dallaqua confirmou existirem muitas evidências do envolvimento de "Aranha" com membros do PCC. <b>Comércio da Franca</b> - Quais as principais provas que a polícia tem contra o "Aranha", apontado como "gerente" do PCC em Franca? <b>Pedro Dallaqua</b> - Depois da prisão de um outro traficante conhecido como "Criança" que seria o "sintonia" desta facção, ele assumiu a posição de gerente. Descobrimos que ele era encarregado de receber a mensalidade de criminosos batizados pelo bando. Encontramos em sua casa uma espécie de carta onde era explicado como tinha de agir. <b>Comércio</b> - Quem paga a mensalidade? Qual o valor? <b>Pedro Dallaqua</b> - Todos aqueles traficantes e assaltantes ligados à facção em Franca. O valor gira em torno de R$ 600 por mês. Ele é quem controlava esse recebimento e depositava o dinheiro nas contas do bando. <b>Comércio</b> - A polícia sabe quantos bandidos pagam essa mensalidade? <b>Pedro Dallaqua</b> - Não temos como saber, mas acreditamos que são muitos. <b>Comércio</b> - O "aranha" recebia para prestar esse serviço para o PCC? <b>Pedro Dallaqua</b> - Não. Ele só tinha status no bando. Ele também seria encarregado de informar para os membros desta facção a entrada de novos adeptos. <b>Comércio</b> - O que representa a prisão deste rapaz no mundo do crime? <b>Pedro Dallaqua</b> - Uma desarticulação do sistema implantado por eles na cidade e a retirada de mais um grande traficante das ruas da cidade. Claro que haverá outro assumindo seu lugar, mas não vamos parar de investigar e prender criminosos.

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