A polêmica gerada pelas novas regras para casamentos no Mosteiro de Claraval (MG) começou com um e-mail enviado ao Comércio pelo casal Wellington Meneghini Ferreira, 24, e Keila França Junqueira. Juntos há um ano e quatro meses, procuraram o mosteiro no dia 30 de maio deste ano e agendaram o casamento para 27 de março de 2010. Pagaram R$ 50 pela reserva. Para a surpresa dos noivos, foram convocados pelo padre Marcos para comparecerem ao mosteiro no dia 13 de setembro, quando foram comunicados das novas regras para a solenidade.
Wellington e Keila já haviam contratado serviços para a cerimônia e convidado 15 casais para serem padrinhos. Com as mudanças impostas pelo mosteiro, o número foi limitado a 12 casais. “Como você vai dizer para um padrinho, que até já comprou presente, que ele não vai poder entrar mais?”, disseram, em entrevista na semana passada. O casal desistiu do sonho de casar no mosteiro e transferiu o casamento para a Igreja São Vicente de Paulo, em Franca.
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