Fênix ajuda na identificação de suspeitos e previne erros


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Um exemplo recente de como o sistema Fênix pode ser utilizado no trabalho de investigação policial foi a prisão de dois estelionatários no início deste mês em Itápolis, cidade a 212 quilômetros de Franca. Em julho, eles teriam aplicado o golpe do bilhete em uma aposentada de 82 anos em frente a um varejão na Avenida Presidente Vargas, em Franca. “Eles foram pegos e incluídos no sistema. Por aqui, ela os reconheceu e hoje eles estão presos”, disse o delegado seccional assistente Alan Bazalha Lopes. O equipamento já registrou mais de 986 passagens de presos em flagrante. De acordo com o delegado Daniel Radaelli, a implantação do novo sistema ajudou também a diminuir erros em prisões em flagrante e no cumprimento de mandados de prisão. “Em agosto, descobrimos que um pedreiro de 27 anos corria o risco de ser preso no lugar do irmão que era foragido da Justiça. Todo o processo apresentava falhas na identificação dos dois irmãos. Isso não aconteceria se a Fênix estivesse em funcionamento na época da primeira prisão há cerca de três anos”, disse Radaelli.

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