Hospital admite que fiscal morto tinha o vírus H1N1


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A médica infectologista do Hospital Unimed, Carmem Grijalba, confirmou ontem que o fiscal do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), Joaquim Carlos Costa, 56, morreu por complicações do vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína. Ele veio a óbito na quinta-feira, às 11 horas, após 23 dias seguidos de internação. Joaquim passou por uma cirurgia eletiva de refluxo no dia 24 de agosto e foi liberado no dia 26. No dia seguinte à alta, ele voltou ao hospital se queixando de dores. Segundo Grijalba, o quadro era de insuficiência respiratória ocasionada pela gripe. “Foi feito um teste rápido do Influenza A e este deu positivo. Entramos com o antiviral Tamiflú e solicitamos o confirmatório pelo Adolf Lutz. A confirmação chegou na semana passada”, disse. Com a baixa resistência natural da gripe aliada à cirurgia, Joaquim precisou passar por duas novas operações. Para a médica, o vírus foi decisivo para a morte. “O óbito veio por causa da síndrome gripal e das complicações. Ele teve quadro muito importante de insuficiência respiratória (causada pela gripe). Depois evoluiu para uma insuficiência renal”, disse. Carmem Grijalba descartou a possibilidade de o paciente ter contraído a gripe durante a internação. Ela acredita que o homem estava com vírus incubado durante a primeira cirurgia. Segundo a médica, o hospital tem outros dois pacientes com suspeita da gripe suína.

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