Defesa leva Vivo/Franca à vitória contra time de Assis


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Marcação por zona, jogadas de impacto, boas enterradas e derrota. O Assis fez tudo isso, enquanto o Vivo/Franca Basquete teve um jogo mais organizado, sem lances bonitos, mas eficiente. O placar da partida realizada no Ginásio Jairão, em Assis, terminou em 71 a 63 (37 a 47) para Franca. O ala Márcio Dornelles, dúvida para o jogo, fez nove pontos e pegou três rebotes. O técnico Marco Antônio Aga, do time da casa, resumiu o jogo. "A gente treina tanto arremesso que às vezes fica até chato. As bolas caem, mas no jogo isso não aconteceu." No time de Assis, dois jogadores conseguiram o double-double. O pivô Lucas Tischer anotou 10 pontos e pegou 13 rebotes, enquanto o ala/pivô John Thomas fez 20 pontos, foi o cestinha da partida, e conseguiu 10 rebotes. Para o técnico Hélio Rubens Garcia, a marcação do time francano determinou a vitória. "É um conceito internacional que o time que sofre pontuação baixa tende a vencer o jogo", comentou ele, referindo-se aos 63 pontos que o time adversário fez, mesmo jogando em casa. Os muitos erros e precipitações em arremessos de três foram os pontos negativos da partida, que teve como destaques uma ponte aérea entre o armador Mark Borders e John Thomas e uma enterrada do ala/pivô norte-americano mesmo com a marcação de David e Ricardo Probst embaixo do garrafão. O primeiro quarto foi de vitória do Vivo/Franca, 21 a 17. A parcial seguinte terminou com nova vitória dos visitantes - 26 a 20. Assis fez marcação por zona, mas o ataque francano sempre encontrou os pivôs David, Ricardo e Rogério sem marcação. No terceiro quarto, Aga não corrigiu os erros de seu time e a equipe de Hélio Rubens venceu por 17 a 13. No último período, o técnico francano colocou jogadores que não entraram nas parciais anteriores. O time, mais "frio" em quadra, cedeu e Assis ganhou a parcial por 13 a 7. Só que a vitória já garantida. Domingo, às 18h30, no Ginásio Poliesportivo, o Vivo/Franca enfrenta o Pinheiros, de São Paulo.

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