Imagens já ajudaram a esclarecer crimes


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Para polícia as imagens ajudam, mas não são suficientes para identificar os marginais. A apuração em torno dos crimes filmados conta com fatores que vão de sorte a perspicácia dos policiais. Após analisar a cena de um crime eles têm que comparar e localizar o suspeito entre os cerca de 4 mil bandidos fichados na DIG. "É um trabalho minucioso que depende de tempo, mas em alguns casos conseguimos, com a ajuda das imagens, esclarecer os crimes", disse o delegado Márcio Murari. A polícia aponta para alguns casos esclarecidos graças as imagens passadas pelas vítimas. Um deles foi a prisão de dois marginais, em maio deste ano, que praticaram diversos roubos a pessoas saindo de bancos. "É uma arma importantíssima que o comerciante tem para nos ajudar. Recentemente descobrirmos graças a filmagens a ação de um bandido perigoso que veio da região de Sumaré. Ele e o comparsa foram vistos em várias agências bancárias de Franca. Eles ficavam na fila e seguiam as vítimas. Depois as roubavam. Os mesmos bandidos assaltaram pessoas em Porto Ferreira e Jaú. Também cometeram um assassinato em São Carlos", disse Murari. Casos como furtos em lojas, onde os bandidos arrombam vitrines ou ladrões agem em seu interior sem perceberem que estão sendo filmados, também já foram esclarecidos através das imagens. "Nós identificamos uma jovem que furtou joias em três estabelecimentos. Um investigador viu as imagens da mulher, mostrou para algumas testemunhas que ajudaram a identificá-la. As cenas gravadas, quando em boa qualidade, são essenciais para uma investigação", disse o delegado. A DIG também investiga outros dois crimes ocorridos na cidade através de imagens gravadas. O furto do caixa eletrônico do Banco do Brasil na Avenida Presidente Vargas onde uma quadrilha levou cerca de R$ 78 em dinheiro e o assalto de um lotérico baleado na porta de um banco no Bairro da Estação. Este ataque aconteceu em abril deste ano.

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