O Hospital São Joaquim, ligado à operadora de planos de saúde Unimed, fechou a segunda semana de setembro com perto de 400 atendimentos diários, segundo seu superintendente Alexandre Alberto Durante. O número estaria até 30% maior que a média registrada habitualmente pela entidade.
Para Durante, o excedente é resultado da desinformação que cerca a gripe suína. O abrupto aumento de pacientes, no entanto, gera um efeito colateral indesejável. Na quarta-feira, às 15 horas, o tempo médio de espera por atendimento chegava a três horas no Hospital São Joaquim. “As pessoas estão chegando aqui amedrontadas, procurando ajuda. Mas elas precisam entender que somos uma unidade de emergência e que há casos mais graves para serem atendidos”, explicou Durante.
<b>CAPACIDADE</b>
O hospital, afirmou o superintendente, estaria trabalhando com as unidades de emergência, corpo clínico e laboratórios próprios no máximo de sua capacidade. Com dois casos confirmados, ele não soube informar se houve novos diagnósticos positivos para a H1N1 nos últimos dias dentro do hospital.
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