A fiscalização realizada ontem teve o acompanhamento do auditor fiscal Luciano Monteiro Araújo. Ele confirmou a suspeita de importação irregular dos produtos apreendidos. Segundo o fiscal, o comerciante terá um prazo de dez dias para apresentar as notas fiscais de importação legal. "Será feito um auto de infração com pena sugerida de perdimento da mercadoria, caso ele não comprove a importação regular. Não se trata de falta de pagamento de impostos e sim da entrada irregular no País destas mercadorias", disse Araújo.
Todo material apreendido na loja de importados ficará recolhido num barracão da Receita Federal. O comerciante acusado terá um prazo para comprovar a origem do produto. Caso não consiga, os produtos eletrônicos serão confiscados, podendo ter como destino os leilões da receita ou serem usados no benefício da união. Um dos destinos seria, por exemplo, a utilização dos equipamentos eletrônicos em escolas públicas.
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