Ladrões invadem lojas, pet shop e casa


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Longe da frieza dos números, as histórias dão a dimensão do problema que assola Franca. O primeiro assalto da série registrada pelo Comércio aconteceu no Jardim Vera Cruz. Eram aproximadamente 19 horas quando a comerciante MLCF, 41, foi surpreendida em sua loja de roupas por um marginal. Com o rosto coberto por uma blusa e de revólver em punho, ele anunciou o assalto. R$ 150 que estavam no caixa foram levados. Antes de sair, a ousadia maior. O bandido apontou a arma para o teto do imóvel e puxou o gatilho, mas o tiro não saiu. Em seguida, virou as costas e fugiu. A pé. Uma hora e meia depois, a polícia foi novamente chamada para atender outro roubo. Desta vez, a vítima foi um pet shop no Parque Progresso. O dono, LAC, 51, contou aos policiais que um bandido encapuzado invadiu o local e, após apontar um revólver na sua direção, levou dois celulares e R$ 170. A noite passou, mas não a sanha dos bandidos. Às 8h30 de ontem, os moradores de uma residência no Jardim Brasilândia foram acordados abruptamente. O pintor JMRC, 66, levantou-se para ir ao banheiro quando deu de cara com a arma de um assaltante encapuzado. Ele foi jogado na cama e ameaçado de morte diversas vezes pelo bandido, como não revelou ter dinheiro, o criminoso vasculhou a casa. Acabou contentando-se com algumas joias folheadas a ouro e um relógio da mulher da vítima antes de fugir. À tarde, às 15 horas, foi a vez de uma butique instalada no Bairro Cidade Nova se tornar alvo. A comerciante ARGS, 40, contou à polícia que o marginal escondeu o rosto com um capacete azul quando entrou no estabelecimento já de arma em punho. O anúncio do assalto foi imediato assim como o ato de entregar-lhe R$50. O último caso se deu na noite de ontem. Às 18h45, um desconhecido também armado com um revólver e com o rosto coberto por uma blusa invadiu uma drogaria na Vila Imperador. O ladrão gritou "é um assalto", pegou R$ 200 no caixa e saiu correndo pela rua diante do olhar atônito dos funcionários. Os registros dos crimes ocorridos em Franca serão encaminhados aos Distritos Policiais responsáveis pelas áreas onde ocorreram. Além disso, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais de Franca) recebe uma cópia para que seus 12 investigadores ajudem na identificação e prisão dos criminosos.

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