Por que a preocupação em repor aulas sendo que o nosso maior medo é o das crianças contraírem a gripe suína? Quando houve a epidemia de meningite nos anos 70/80, não houve reposição de aula. (Deveríamos, isto sim) proteger as crianças! Afinal, está na Lei 4972, de 11 de fevereiro de 1998, que embasa o Estatuto do Magistério Municipal de Franca, Capítulo XXI, das disposições Gerais e Finais, artigo 65: "Consideram-se efetivamente exercidas as horas-aulas e hora-atividade que o docente deixar de prestar por motivo de férias escolares, suspensão de aulas por determinação superior, recesso escolar, e de outras ausências que a legislação considere como de efetivo exercício para todos os efeitos legais".
Maria Imaculada Pimenta
Professora - Franca - SP
*****
Sobre o editorial Intolerância, publicado (por este Comércio da Franca) em 23 de agosto (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=46882), a Secretaria de Estado da Saúde esclarece que a nova legislação antifumo tem como objetivo fundamental garantir o direito de todos a respirar um ar mais puro. O cigarro é um dos mais graves problemas de saúde pública do mundo. Segundo a OMS, o fumo passivo é a terceira principal causa de mortes evitáveis, ficando apenas atrás do alcoolismo e do fumo ativo, a causa principal. Apenas no Brasil, 200 mil pessoas morrem por ano precocemente devido às doenças causadas pelo tabagismo. Também é importante ressaltar que a lei não é contra os fumantes. A nova legislação não proíbe o cigarro, apenas impede seu consumo onde a saúde das pessoas ao redor possa ser afetada. Não há sectarismo na nova legislação. Há, pelo contrário, proteção universal à saúde, princípio básico do governo do Estado de São Paulo.`
Roberta Rodrigues
Secretaria da Saúde - São Paulo - SP
*****
NOTA DA REDAÇÃO — Intolerância não é editorial deste Comércio. Trata-se de texto publicado na coluna Gazetilha, assinada pelo jornalista Corrêa Neves Júnior e reflete seu ponto de vista sobre a Lei Antifumo.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.