A dona de casa Maria do Carmo Alves Pimenta, moradora do Jardim Paulistano II, disse que, em 2007, esteve no Cras (Centro de Referência em Assistência Social) da região Leste e pediu auxílio para cuidar dos familiares, mas não obteve retorno. Ela poderá pleitear auxílio novamente, mas terá de pedir para algum conhecido ficar com seu marido e seu pai para que possa retornar ao Cras.
A recomendação foi dada pelo secretário de Desenvolvimento Humano e Ação Social Roberto Nunes Rocha. “Ela deve ir até o Cras e a assistente social marcará uma visita domiciliar para avaliar a situação da família e depois encaminhá-la para os atendimentos necessários. É preciso que haja uma avaliação técnica antes de qualquer providência”, disse ele.
Segundo o secretário, Maria do Carmo poderá ser inserida em algum programa social, receber ajuda provisória de cesta básica e medicamentos. “O Cras é definido como a casa da família. Quando enfrentarem dificuldades, as famílias devem recorrer ao atendimento oferecido nele”.
Em entrevista concedida ao Comércio na tarde da última sexta-feira, 14, Roberto Nunes Rocha prometeu verificar no registro de atendimentos do Cras Leste se Maria do Carmo esteve no local em 2007 e quais os procedimentos adotados.
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