Quem ouve o Sr. Mário Spaniol (diretor da Carmen Steffens) conceder entrevista, pode imaginar que ele está na cidade para fazer caridade. É óbvio que todo e qualquer calçadista irá para onde obtiver mais lucro e não, devido a picuinhas (com sindicatos) ou entraves trabalhistas.
Paulo César
Franca - SP
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Acho que este Sr. Mário Spaniol se acha (sic). Pensa que Franca depende da empresa dele para tudo. Vamos lá: ele tem valor, como empresário, mas se acha o maioral (sic). Se ele quer ir embora de Franca, que vá. Franca é uma cidadezinha qualquer de interior, não. Tem mais de 300 mil habitantes! Então, vamos parar de dar moral (sic) para (ele). Tudo o que acontece com ele, convoca coletiva para reclamar... Passa da hora de parar com isso e de reclamar tanto com o sindicato dos sapateiros. (...) Eu não concordo com o que o sindicato tem feito, mas se deixar na mão dos empresários, os funcionários viram escravos e o Brasil se torna uma nova China!
Wellington
Franca - SP
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Logo em seguida à noticia de queda na arrecadação do município, vem essa de investimentos, por empresa francana, em outra cidade. Há pouco se noticiou a economia proporcionada ao município pela implantação da Farmácia Municipal de Manipulação e a distribuição gratuita de enorme quantidade de medicamentos. Em seguida, vem a noticia, nada auspiciosa, da chegada da gripe suína. A produção e os empregos na indústria calçadista francana não têm mais estabilidade e instabilidade, gera estresse. Estresse deprime o sistema imunológico. As pessoas, com o sistema imunológico deprimido, são as maiores vítimas da gripe. Pessoas doentes produzem menos ou nada produzem. Não produzindo, a arrecadação cai ainda mais. Com um quadro desses, acho que o empresariado calçadista de Franca, ao invés de investir em ranchos em Rifaina, passará a investir em chalés na serra gaúcha. Ao invés de cerveja gelada, chimarrão bem quentinho. Sabemos que clima frio é mais propenso à proliferação do vírus da referida gripe, entretanto, sem estresse, com o sistema imunológico normal, a gripe não passará de resfriadinho. Aqui, haja remédio, haja sindicato, haja aporrinhação. E haja estresse, haja Tamiflu, que não é manipulado.
Éder Brazão
Franca - SP
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A empresa (Carmen Steffens) não teve culpa de nada, no caso de racismo. Então, o processado deveria ser o funcionário (responsável) pelo problema, e não a empresa. É sem lógica o sindicato fazer manifestação da porta da indústria. Ao invés disso, deveria lutar contra o racismo. Que monte uma “escolinha de boas maneiras” para os funcionários de lá. Palhaçada, tudo isso...
Gabriele
Franca - SP
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