Durante a entrevista coletiva, concedida quarta-feira, e no balanço divulgado ontem, a Polícia Federal informou que foi presa em Franca a única mulher da operação. A identidade dela, no entanto, ainda é um grande mistério. Nenhuma das fontes ouvidas pela reportagem sabe dizer quem ela é. Foi levantada, inclusive, a possibilidade da mulher ser de outra cidade.
Advogados francanos que estiveram na delegacia da PF, em Ribeirão Preto, para acompanhar seus clientes disseram não ter reconhecido a presa. "De fato, vi uma mulher lá, mas não sei quem é. Acredito que não seja de Franca", comentou Luiz Roberto Barci, que atua na defesa de Mozair Molina.
Seu colega Wagner Artiaga, que defende o lapidário José Roberto Assis, também declarou não ter informações a respeito. "Está todo mundo perguntando. Já ouvi falar em diversos nomes, mas desconheço quem é a pessoa".
A Polícia Federal de Ribeirão Preto informou em entrevista coletiva realizada anteontem em sua sede que não divulga nomes de presos, nem o endereço em que foram detidos ou mesmo as circunstâncias em que ocorreram as prisões. Responsável pela expedição das ordens de prisão, a Segunda Vara da Justiça Federal de Franca afirmou que o processo corre em segredo e que por isso não poderia fornecer nenhuma informação a respeito.
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