Demissões são uma alternativa


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Todos os meses, a Prefeitura gasta R$ 11,2 milhões com a folha de pagamento dos servidores municipais. Com a queda na arrecadação, o valor está atingindo o limite prudencial de 51% das receitas correntes determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Embora a média do acumulado do ano esteja abaixo do estipulado (46%), as constantes baixas no recebimento deixam a administração em alerta. Medidas duras, como redução de funcionários, podem ser adotadas. “Se necessário, vamos fazer cortes com bastante critério para que não haja prejuízo. Demissão é uma possibilidade real, dependendo do comportamento da receita. Se a folha ultrapassar os limites permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, pode haver demissão sim”, disse o prefeito Sidnei Rocha. O fraco desempenho da arrecadação também pode comprometer a contratação dos aprovados no concurso público. “Embora haja necessidade, a prudência recomenda que se espere um pouco mais para as contratações se efetivarem”, disse Sebastião Ananias. Responsável pela pasta de Administração, Jerônimo Sérgio Pinto, disse que, em alguns casos, não haverá acréscimo de vencimentos e que as contratações não ficariam inviabilizadas. “Levaremos ao prefeito as situações em que não haverá impacto financeiro, sugerindo que autorize estas contratações”.

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