Acusado de matar a mulher volta ao local do homicídio


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A Polícia Civil realizou a reconstituição da morte da sapateira Larissa Daiane Rita, ocorrida em dia 15 de maio. Rita foi assassinada a facadas pelo ex-marido, o segurança Cláudio Rodrigues de Lima Belarmino de Carvalho, 39. Seu corpo foi encontrado na manhã do dia 30 de julho em uma mata nos fundos do Jardim Petráglia. O acusado esteve no local um dia depois para mostrar à polícia como tudo aconteceu. Apesar de confessar o crime e mostrar detalhes do assassinato, ele continuará livre enquanto não for julgado. Na última quinta-feira, quando a polícia descobriu o homicídio, o delegado Márcio Murari pediu sua prisão temporária. A Justiça, no entanto, negou. Não foi informado se o delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) fará novo pedido de prisão. Ao contrário de outros crimes, a reconstituição da morte de Larissa foi realizada longe da imprensa. Os motivos não ficaram claros. Murari não revelou o que foi dito pelo acusado. A faca usada no crime não foi localizada, assim como as roupas que a mulher trajava no dia que foi atraída para a mata onde encontrou a morte. Cláudio Rodrigues disse anteriormente que agiu sozinho e atribuiu o homicídio a problemas familiares. Ele desferiu seis golpes na vítima. “Ela batia muito nas minhas filhas. Ela saía e deixava elas trancadas dentro de casa”, declarou o acusado.

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