O caso ocorreu em uma avenida do Jardim Aeroporto 4. Um borracheiro de 34 anos se revoltou contra um desempregado de 18 anos que teria molestado sexualmente seu filho. O garoto tem 12 anos.
O pai da vítima disse à polícia que no início da noite de quarta-feira, a criança transitava em uma rua a caminho de casa quando teria sido cercado e se tornado vítima de abuso sexual. Naquele dia, com medo, segundo o borracheiro, o garoto não contou o ocorrido à família. Um dia depois, criou coragem e denunciou seu agressor.
À noite, revoltada, a mãe da vítima procurou a casa do acusado para tirar satisfações. Ela teria dado dois tapas no rosto do rapaz. Ainda de acordo o borracheiro, o acusado teria então ameaçado colocar fogo no carro da família. Cerca de 40 minutos depois o veículo Fiat Tipo, estacionado na porta da residência do denunciante, pegou fogo.
A família acusa o desempregado de ter incendiado o carro. A polícia foi chamada e todos foram parar no Plantão Policial. "O acusado negou as acusações e como não havia prova ou testemunhas das ameaças ele foi ouvido e liberado", esclareceu o escrivão de polícia Rogério Primo. O caso agora será apurado pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).
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