Gostaria de fazer algumas colocações em relação a comentários do leitor Alexandre Machado a meu texto "A Águia pousou" (19 de julho, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=45622), publicado na seção "Cartas do Leitor" (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=45855): 1) Por que os EUA correriam o risco de montar uma farsa, sabendo que em breve poderiam passar por um vexame mundial?; 2) Se tudo houvesse sido mesmo uma farsa, como explicar, de forma plausível, o silêncio – 40 anos passados – de milhares de pessoas, que trabalharam diretamente no projeto Apollo?; 3) Os saltos dos astronautas na Lua são muito difíceis de serem forjados mesmo hoje, quem diria naquela época. E ainda mais: se as fotos e filmes fossem forjados, seria fácil comprovar as supostas fraudes pela análise das fotos e negativos feitos naquela época; 4) Sobre a bandeira questionada pelo leitor, é necessário esclarecer que além da haste vertical, a bandeira tinha um suporte horizontal, para manter-se aberta. Ao ser fincado no solo, o mastro foi girado, criando o movimento. Como não existe atmosfera em solo lunar, o movimento durou algum tempo (não há ar para brecá-lo). Além disso, as dobras do pano reforçam essa impressão. E a propósito, fosse montagem, se havia vento no estúdio, por que não se vê poeira? Geralmente são críticas feitas por pessoas leigas, como o próprio Alexandre admite. Não tenho nenhuma dúvida de que o homem foi à Lua. A propósito, há poucas décadas pilotos voavam sobre a Amazônia navegando pelas estrelas. Hoje, com a facilidade dos GPS`s, pilotos novatos nem imaginam como aquilo era possível. A resposta é que era possível em razão da coragem, audácia, determinação e principalmente amor pelo que faziam e pela Nação.
Antônio C. Caetano de Menezes
Colunista do Comércio -Franca - SP
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