Profissionais lutam para oferecer qualidade


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O Se Liga conversou com alguns profissionais da área. A intenção foi saber como é o dia a dia. Daniela Ferreira Alves Ribeiro, 31, é engenheira de alimentos da Jussara de Patrocínio Paulista há oito anos. Desde que terminou a faculdade em Barretos, ela trabalha na empresa de laticínios onde controla a chegada de leite e demais matérias-primas utilizadas para a produção das bebidas lácteas e demais derivados. “Trabalho na seleção dos produtos e também na avaliação dos documentos que mostram a qualidade dos alimentos”, disse Daniela revelou que desde jovem sonhava descobrir a origem do que comia. “Queria saber se aquilo que estava comendo era saudável ou não. De onde vinha, como tinha sido feito”, explicou. Reginaldo Costa Vale, 46, também trabalha no ramo da engenharia de alimentos há muito tempo. Com 15 anos de experiência, ele é funcionário da empresa Massas Daiana. Vale controla o estoque, verifica o que está sendo utilizado de produtos químicos nas receitas e analisa também a qualidade final das massas de pães e pizzas. “As empresas procuram cada vez mais oferecer um produto de qualidade e que proporcione bem estar ao consumidor. Esta é a melhor forma de fidelizá-lo ao produto”. Maria Inês Pradela de Lima, 46, é engenheira de alimentos e trabalha no Sesi na área de nutrição. Formada há 22 anos, ela diz ter sido atraído pela pelo gosto com a área e a parte de alimentos. Encontrar emprego não foi difícil. “Ao me formar, trabalhei em duas empresas na capital paulista. Depois vim para Franca”, comentou. Quanto a remuneração, Maria Inês declara ser satisfatória O Comércio apurou o mercado paga entre R$ 2 mil e R$ 6 mil. “Gosto muito dessa profissão. Para seguir esta carreira a pessoa tem que gostar do que faz, se não ela não consegue ir para frente. Eu adoro”, finalizou.

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