A comerciante NPF, 59, mãe do rapaz baleado ontem de manhã na porta de um banco, assim que tomou conhecimento do crime através de um amigo da família foi até a agência. Lá deparou com a cena do filho caído na calçada e sendo medicado pelos bombeiros. Há 32 anos trabalhando no ramo lotérico em Franca, ela afirmou ter sido esta a primeira vez que foi alvo de assaltantes. Revoltada e bastante assustada com a violência, a mulher desabafou e expressou sua preocupação: seu filho poderia ter morrido.
<b>Comércio da Franca</b> - Como a senhora soube do roubo?
<b>NPF</b> - Eu estava na lotérica e um moço me falou do assalto. Cheguei aqui e meu filho estava caído na calçada. Esses bandidos deveriam pedir um prato de comida ou qualquer coisa em vez de assaltar. Por pouco não tiraram a vida do meu filho.
<b>Comércio</b> - Ele estava muito ferido?
<b>NPF</b> - Estava sangrando na perna. Ele estava suando frio.
<b>Comércio</b> - Seu filho levava muito dinheiro no malote?
<b>NPF</b> - Era o movimento da manhã da lotérica. Não sei o valor exato.
<b>Comércio</b> - Como a senhora analisa a violência em Franca?
<b>NPF</b> - Tenho 32 anos em lotérica. A situação está difícil. Já no mês que vem vou fazer o transporte do malote em carro forte.
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