Aracaju: forró, quadrilha e praia


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Panorâmica - Vista geral de Aracaju, Sergipe: cidade apresenta uma nova cara do Nordeste do País, com praias limpas e um padrão de vida melhor
Panorâmica - Vista geral de Aracaju, Sergipe: cidade apresenta uma nova cara do Nordeste do País, com praias limpas e um padrão de vida melhor
Grandes festas populares que já fazem parte do calendário nacional realizadas em meio a um mosaico de belas paisagens naturais. Aracaju (SE), destino turístico escolhido pela professora francana Ana Maria Lima Salmazo para passar as férias de inverno, é assim. Ao lado das amigas Maria Aparecida Rodrigues e Márcia Helena Salermo, ela curtiu uma semana de muito prazer e descanso e chegou de volta a Franca no último domingo, dia 5 de julho. A viagem foi feita de ônibus de Franca até São Paulo, de onde partiu o voo direto para Aracaju. O trio aproveitou o que há de melhor na programação junina e julina. Nesta época a capital sergipana vira um verdadeiro arraial em espaços como a Vila do Forró, a Orla de Atalaia e a praça dos mercados municipais. “O que sobressai são as festas juninas. As vestimentas, a maneira de trajar para dançar as quadrilhas é muito diferente. As festas são maravilhosas. Eles enfeitam tudo dentro de um recinto público”, disse Ana, citando também o Forró do Cariri, um restaurante “com muito forró pé-de-serra aos fundos”, como atração interessante. Entre os roteiros imperdíveis na capital do Sergipe estão também as cidades históricas do litoral sul, a rota do sertão e o roteiro Xingó, que são dois roteiros que se complementam. Os roteiros Aracaju-praias e Foz do São Francisco também não podem ficar de fora da programação. “Tem dois passeios que me chamou muito a atenção. Um foi o Mangue Seco, com suas dunas e paisagens bonitas. O outro foi ver onde o Rio São Francisco termina. O passeio é feito a barco e dura uns 40 minutos”. O Aracaju-praias é um festival de águas calmas e mornas (em média 25ºC). Com mar relativamente raso e sem pedras, as praias contam com boa extensão de areia plana, convidativas para uma boa caminhada à beira do mar. [FOTO2] Roteiros gastronômicos, culturais e de artesanato (com bordados, rendas e peças em madeira, argila e material reciclado) complementam o pacote de atrações. “É um Nordeste diferente, sem pobreza ou gente muito sofrida. Percebi um nível econômico muito bom. Você não vê favelas, pedintes, pessoas dormindo nas ruas”, disse. A professora afirmou que os gastos, incluindo transporte, hospedagem, alimentação e algumas compras ficaram em torno de R$ 3 mil por pessoa. “O pacote da CVC saiu por cerca de R$ 1,4 mil, mas os gastos vão depender muito de cada um”.

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