Estande coletivo vira referência e oportunidade para fabricantes


| Tempo de leitura: 3 min
<b>TUDO PRONTO</b> - Priscila Andrade será uma das empresárias francanas na Francal: sua empresa espera vender 20 mil pares e irá lançar na feira uma linha destinada ao público infantil
<b>TUDO PRONTO</b> - Priscila Andrade será uma das empresárias francanas na Francal: sua empresa espera vender 20 mil pares e irá lançar na feira uma linha destinada ao público infantil
O Espaço Moda Franca - estande coletivo das empresas da cidade - promete ser um dos pontos de maior movimento durante a Francal (de 14 a 17 de julho, no Anhembi, em São Paulo). Como a cidade é uma referência para quem está em busca de lançamentos e qualidade, o local que concentrará diversas empresas francanas com produtos diferenciados será parada obrigatória para lojistas e compradores. Este ano, serão 28 expositores reunidos numa área de 975 metros quadrados, o que representa uma evolução significativa em relação à edição anterior. Em 2008, foram 20 expositores em uma área de 504 metros quadrados. Nenhum outro pólo produtor ocupará espaço tão grande. A maioria, como é forte da cidade, divulgará produtos masculinos. Oito empresas vão expor linhas de calçados para o público feminino, enquanto outra mostrará suas bolsas para a clientela. São pequenos e médios empresários que recebem o apoio da Prefeitura, do Sindicato das Indústrias e do Sebrae para apresentarem seus lançamentos na maior feira de calçados da América Latina. Cada estande individual situado dentro do Espaço Coletivo terá 16 metros quadrados. Para ocupá-lo, o empresário pagará no máximo R$ 7 mil. Se não fosse a ajuda das entidades, teriam de desembolsar R$ 17 mil para expor em área do mesmo tamanho. “É uma grande oportunidade que eles recebem para mostrar seus produtos e conquistar mercado. Sozinhos, não teriam condições de participar do evento. Todas as grandes empresas foram pequenas um dia. O Espaço Franca pode ser o empurrão que os participantes precisam para também crescer e caminhar com as próprias pernas no futuro”, comentou José Carlos Brigagão, presidente do Sindicato das Indústrias. O empresário Jaime Borges de Freitas, da Calçados Stefanello, é o que se pode chamar de um veterano do estande coletivo. Ele está indo para a sua sexta participação e nem pensa em abrir um estande só para ele. “Além do custo ser inviável, o pavilhão é muito grande e eu seria apenas mais um diante dos gigantes. Dificilmente seria visto. Já o Espaço Franca é uma referência e todo mundo vem nos visitar. Fazemos muitos contatos e também vendemos bem”. Sua empresa emprega 70 funcionários e produz uma média de 850 pares/dia. A meta é vender 30 mil pares durante a feira. Enquanto a Stefanello completa a sua sexta participação, a Sand Flex vai estrear este ano na Francal. A empresa existe há 32 anos e produz calçados femininos. Aproveitará a feira para lançar sua linha destinada ao público infantil. “É um momento novo na nossa história. A participação no Espaço Franca é a celebração de um processo de reestruturação que a empresa passou para competir de maneira diferenciada no mercado”, afirmou a empresária Priscilla Andrade. A empresa espera vender 20 mil pares na Francal, o que representa dois meses de produção. “A grande expectativa é mostrar nossa cara para o mercado. Fazemos um calçados feminino de qualidade, um trabalho artesanal. A intenção é mostrar que Franca faz um feminino que não perde para nenhum sapato do mundo”. O Espaço Franca ficará localizado ao lado do Top Fashion na Passarela Oeste, números 33/43.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários