Telini responde a outros dois processos


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O envolvimento no roubo das joias foi o crime que mandou Adriana Telini para a cadeia e o que resultou na sua condenação, mas não é o único. Ela responde a outros processos e corre o risco de sofrer outras condenações. Em abril do ano passado, a advogada, que já estava foragida por causa do roubo, teve outra prisão preventiva decretada pela Justiça. Desta vez, por associação para o tráfico de drogas. Escutas telefônicas gravadas pela Polícia Civil flagraram criminosos usando o telefone de Adriana Telini para negociar a compra de drogas. Ela também foi surpreendida tentando ajudar a filha de um cliente, que havia sido preso, a encontrar tijolos de maconha enterrados por ele em um terreno. O inquérito foi conduzido pela Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), que pediu sua prisão à Justiça. O juiz Guaccy Sibille Leite, da 3ª Vara Criminal da Comarca Ribeirão Preto, foi nomeado pelo Conselho Superior da Magistratura do Estado para analisar o caso. A advogada também responde a outro processo por formação de quadrilha. A acusação se refere à ocorrência em que ela foi flagrada por escutas telefônicas instruindo bandidos supostamente ligados ao PCC a roubarem um casal de clientes que estava com R$ 50 mil. No dia 8 passado, Telini veio a Franca para acompanhar o depoimento de uma testemunha de acusação. O processo já seguiu para as alegações finais da promotoria e da defesa. O juiz deverá aplicar a sentença no próximo mês.

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