Os moradores de rua são monitorados pela Prefeitura. Em janeiro de 2009, a Secretaria de Ação Social identificou 70 pessoas nesta situação. Desde então foi iniciado o projeto Busca Ativa, feito em parceria com o Abrigo Provisório. Do total, 21 indivíduos foram encaminhados para clínicas de recuperação, conseguiram emprego ou voltaram a viver com suas famílias.
“Eles estão, aos poucos, se recuperando. Sabemos que não é uma mudança da noite para o dia. Tem de ser um trabalho profissional e feito com paciência”, disse Roberto Nunes Rocha.
A equipe do abrigo, formada por psicólogo e assistente social, acompanha os moradores e faz abordagens periódicas. “O primeiro passo é tentar levá-los para o abrigo. Também tentamos contato com as famílias para tentar restaurar o vínculo”.
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