"Que a classe se manifeste!"


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Não concordo com a não-obrigatoriedade do diploma de jornalista. O exercício desta profissão não se resume simplesmente ao direito de se expressar livremente. Exige, isto sim, formação com aprendizado em vários sentidos. Se formos nos basear na visão "chef" de cozinha de Gilmar Mendes, logo teremos feiticeiros nos atendendo em hospitais, pois eles também "curam". Se não existir a obrigatoriedade de diploma logo feiticeiros ocuparão espaços em hospitais. Penso mais: oito magistrados decidindo pelo futuro de milhares de estudantes e de escolas de comunicação em atividade neste País, é demais, não é? Há cursos em andamento e a mudança de regras vai gerar prejuízos a muitos. Que a classe dos jornalistas se manifeste! Antônio Alves Pereira Filho Franca - SP

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