Basquete perde Felipe para Paulistano


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DE MALA E CUIA - O ala/pivô Felipe anunciou na manhã de ontem o seu desligamento do time francano e a transferência para a capital paulista
DE MALA E CUIA - O ala/pivô Felipe anunciou na manhã de ontem o seu desligamento do time francano e a transferência para a capital paulista
Após defender o Franca Basquete por duas temporadas, o ala-pivô Felipe confirmou na manhã de ontem que não chegou a um acordo financeiro com a diretoria do clube para a renovação de seu contrato. Assim, ele anunciou sua transferência para o Paulistano, time comandado pelo técnico francano João Marcelo Leite. Em entrevista exclusiva concedida ao Comércio, o jogador afirmou que também havia recebido proposta da equipe de Joinville, mas algumas vantagens oferecidas pelo Paulistano pesaram em sua decisão. “Eles me fizeram uma proposta excepcional em todos os aspectos. Sentei com a minha mulher e meus familiares, vi o que era melhor para todos”. Pessoas ligadas à direção do Franca Basquete afirmaram que o jogador receberá R$ 20 mil mensais no Paulistano. O valor foi igualado pela diretoria do clube local na última proposta feita ao atleta, que reconheceu os esforços dos cartolas francanos para mantê-lo no time, inclusive com sugestão de pagá-lo com a busca de um copatrocinador. “Eles (diretores) me pediram um tempo para concretizar isso, mas eu estava sendo pressionado pelo pessoal do Paulistano. Como meu contrato termina daqui quatro dias, resolvi assinar.” O único pronunciamento da diretoria do Franca Basquete sobre a transferência de Felipe para o Paulistano ocorreu através de uma pequena nota publicada no site oficial. “O jogador Felipe anunciou que tem acordo firmado com o Paulistano e deverá ir para a capital paulista na próxima temporada”, informa o texto. Até ontem somente o ala Rogério havia renovado contrato com o Franca Basquete. O único reforço garantido pelo time é o pivô Ricardo Probst, que defendeu o Minas Tênis na última temporada. TORCIDA Nos dois anos que permaneceu em Franca, Felipe foi um dos jogadores que mais se identificou com a torcida local, tornando-se um dos ídolos do time. Em um exercício de futurologia, o atleta descreveu como será seu reencontro com o público francano. “Espero que quando eu for jogar no Póli me xinguem somente durante o jogo. Nunca vou me esquecer das vezes que entrei na quadra e ouvi 8 mil pessoas gritando o meu nome. Saio de portas abertas e certamente voltarei a jogar em Franca um dia”, finalizou.

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