Cidade não registrava homicídio havia 82 dias


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O jejum de 82 dias sem assassinatos em Franca foi quebrado com a morte do serviços-gerais Wanderson César Rodrigues, ocorrida na porta de uma boate do Centro na madrugada de domingo. Neste ano, entre janeiro e março, foram registrados pela Polícia Civil seis homicídios. Destes, dois não foram esclarecidos. Uma sétima vítima entrou nas estatísticas como lesão corporal seguida de morte. O aposentado João Gabriel de Assis, 65, morreu após ter sido espancado por uma gangue no Jardim Aeroporto III no início do ano. Fevereiro foi o mês que mais registrou mortes violentas, quatro no total. O último assassinato foi registrado na manhã do dia 28 de março, na Vila Raycos, quando o filho matou o pai a pauladas. A vítima, o pedreiro Miguel Lucio Dutra, 63, foi morta pelo próprio filho, que depois cometeu suicídio em uma fazenda na região de Miguelópolis. Dois casos ainda não foram esclarecidos pela polícia, num deles a vítima sequer foi identificada. O desconhecido foi encontrado morto com um tiro na cabeça numa estrada de terra às margens da Rodovia João Traficante. "Não arquivamos o caso. Ainda aguardamos alguém reclamar o desaparecimento da pessoa que foi morta. As digitais foram encaminhadas para a Secretaria de Segurança do Estado. Estamos aguardando alguma pista", disse o Márcio Murari. O outro crime não esclarecido foi a morte do comerciante Silvimar Gomes Filho, 56. Seu corpo estava enterrado nos fundos de sua chácara situada no município de Ribeirão Corrente.

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