As bibliotecas das escolas são "alimentadas" pelo governo estadual e a partir de parcerias com empresas e institutos que fazem doações de livros. Na Escola Estadual "Otávio Martins", após o interesse dos alunos pelos lançamentos, os funcionários passaram a promover campanhas para comprar os exemplares.
"A procura era muito grande. Eles sempre vinham nos perguntar dos livros, por isso achamos interessante adquiri-los. Compramos em sebos ou pela internet para conseguir preços mais acessíveis", disse Denise Luques, da biblioteca.
Em um ano, a escola conseguiu comprar nove livros, entre eles A Cabana, Crepúsculo e Lua Nova, que lideram a lista dos mais vendidos da Revista Veja. Até o momento, mais de 50 nomes estão nas listas de espera desses títulos.
"Temos só um exemplar de cada um porque custam em torno de R$ 38 e compramos aos poucos. A lista de espera é grande. Se tiver alguém que queira doar, aceitamos doações". O Estado se responsabiliza por repasses de livros didáticos e clássicos dos autores Machado de Assis, José de Alencar e Monteiro Lobato, por exemplo.
Os acervos das 74 escolas municipais de Franca são abastecidos pela própria Prefeitura e também por parcerias firmadas com instituições que têm projetos de incentivo à leitura. Ocorrem doações pontuais, mas a Secretaria de Educação não controla esse tipo de ação.
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