Franca não conta com uma equipe de policiais criada especificamente para investigar crimes de pessoas desaparecidas. Os casos são distribuídos nas delegacias e também encaminhados para a DIG (Delegacia de Investigações Gerais), onde os policiais fazem os primeiros contatos.
Segundo o delegado da DIG, Márcio Murari, todas as queixas são checadas. "Claro que gostaríamos de ter equipes realizando um trabalho somente para investigação em cima de pessoas desaparecidas. Hoje, nós auxiliamos os distritos, que também realizam diligências em busca de informações que possam ajudar a localizar estas pessoas", disse.
Para Murari, as investigações não ficam centralizadas na cidade e as delegacias de Polícia Civil de outras cidades também são acionadas. "Existem medidas que são tomadas como mensagens e cruzamento de informações com outras localidades do Estado".
Além do trabalho realizado na cidade, a Polícia Civil paulista conta com um banco de dados em uma delegacia especializada na busca de pessoas desaparecidas e capturas localizada na capital.
Lá, de acordo com Murari, todas as informações são armazenadas e fotos das pessoas são enviadas para outros Estados, em um trabalho integrado.
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