Faça um planejamento financeiro para comprar sua casa


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<b>DICA</B>: Financeiramente, o ideal é acumular pelo menos um terço do valor do imóvel para dar como entrada.
<b>DICA</B>: Financeiramente, o ideal é acumular pelo menos um terço do valor do imóvel para dar como entrada.
Comprar um imóvel por impulso pode “condenar” o morador a ficar com uma casa que não atende aos seus anseios - tanto estruturais quanto financeiros. Profissionais do setor imobiliário indicam que o melhor a se fazer no momento da aquisição de um bem é seguir passos simples para evitar uma compra equivocada. O aumento de oferta de crédito pelos bancos e a redução da taxa Selic (o juro básico da economia brasileira está em 10,25% ao ano, o menor patamar da história) já parecem ser suficientes para indicar um momento propício para a compra de imóveis. O planejamento da compra ganha ainda mais força com a alta da oferta apontada pelos dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), que indicam que o setor cresceu 19,5% em abril, em comparação com o ano passado. <a target="_blank" href="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2009/06/imoveis-secov.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2691" title="ARTE/COMÉRCIO DA FRANCA" src="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2009/06/imoveis-secov.jpg" alt="ARTE/COMÉRCIO DA FRANCA" width="500" height="203" /></a> Com tantos fatores favoráveis, a probabilidade de o consumidor se precipitar e comprar um imóvel por impulso aumenta. Nesse momento, reflexão e planejamento devem entrar em ação, já que o brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados com muito mais frequência. “Primeiro é preciso pesquisar, pesquisar e pesquisar mais. Então se coloca tudo no papel: preço, condições e se verifica se as parcelas vão caber no orçamento”, disse o corretor de imóveis Altair Soares. Ele lembra que o comprador deve considerar sempre na conta que em condomínios fechados e edifícios há a cobrança da taxa da divisão de despesas entre os moradores. Para Lílian Marques, administradora de empresas com experiência na área, a “dica de ouro” é se conter e não fazer nada na empolgação. “Quanto mais racional for a compra, melhor. Financeiramente, o ideal é acumular pelo menos um terço do valor do imóvel para dar como entrada”.

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