Gostei muito da Gazetilha do domingo, 31 de maio (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php? id=43866&materia= Fio%20do%20bigode), assinada pelo jornalista Corrêa Neves Júnior. Também tenho saudades do tempo em que a palavra valia. Eu sempre digo que as pessoas honestas sofrem muito hoje pois a desonestidade é o que anda prevalecendo em nosso País. Ser honesto é muito difícil. Tem que ter “berço”, educação e princípios. Isso é o que falta para tantos egoístas e gananciosos. Concordo plenamente com o desabafo de Júnior. Tem que falar mesmo! Se ficarmos calados, continuará acontecendo. É bom que agora, ficarão mais espertos...
Dinamar Lacerda Domiciano
Conselheira deste jornal -Franca - SP
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Vivemos em um mundo de “espertalhões” onde levar vantagem é o único objetivo. A malandragem, hoje, é o maior dos lucros em qualquer negociação. A satisfação do cliente/fornecedor, a parceria, não estão mais entre os principais intuitos de um acordo. O que assusta é que isso vai ficar cada vez pior. A falta de órgãos que façam com que contratos sejam cumpridos é o maior incentivo ao descumprimento sem pudor de contrato, sejam no "fio do bigode" ou no papel assinado. Com este cenário, somos cada vez mais escravos dos serviços de advogados, que para mim, hoje, são um mal necessário. Ruim com eles, pior sem eles. Também acho que no "fio do bigode", nunca mais. Ainda assim torço para honestidade e decência voltem a reger nossos contratos.
Guilherme Alves de Andrade
Franca - SP
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