O jogador de basquete Felipe Ribeiro, do Vivo/Franca, tem uma história bonita sobre tatuagens. Atleta, ele saiu cedo de casa para começar a jogar. Com uma relação difícil com os pais, marcada pela rebeldia, como ele mesmo diz, Felipe amadureceu longe. Com o passar do tempo, já adulto, continuou a morar distante e tinha poucas chances de visitar a família.
Felipe então teve uma ideia diferente de matar um pouco a saudade da mãe e tê-la sempre junto dele. Em um estúdio de tatuagem, em Recife, onde jogava basquete resolveu eternizar, no braço direito, o rosto de dona Maria Aparecida Ribeiro. "Ela chorou de emoção quando viu. Foi uma maneira bonita que achei de dizer o quanto a amo", disse.
Há três anos, Felipe já tinha resolvido que faria outra tatuagem, mas um acidente com o pai, Luiz Roberto Ribeiro, o fez adiantar a homenagem. Com um sério traumatismo craniano ‘seo’ Luiz foi parar na UTI. O jogador não pensou duas vezes, foi para um estúdio de tatuagem e escreveu nas costas: "Pai, nós sempre estaremos juntos".
Coincidência ou não, o pai de Felipe teve uma melhora significativa exatamente quando viu a homenagem feita pelo filho. “Hoje, ele está bem”, disse o jogador, que mostra orgulho em carregar no próprio corpo o amor sentido por seus familiares.
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