Há três anos, ônibus foram queimados


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O incêndio ao ônibus da empresa São José, na noite de terça-feira, ocorreu há exatos três anos, depois que Franca viveu uma onda de ataques de bandidos ligados a uma facção criminosa que age em presídios e cadeias do Estado de São Paulo. Em maio de 2006, bandidos fizeram uma série de três atentados em pontos distintos da cidade e deixaram cinco ônibus queimados e dois policiais baleados. Disparos de arma de fogo atingiram delegacias, agências bancárias e supermercados. Os atentados atribuídos à facção voltaram a se repetir nos meses de julho e agosto daquele ano. As ações ocorreram no dia 13 de maio e de lá para cá, sempre na mesma época, policiais militares e civis recebem ordens de seus comandos para que fiquem atentos à movimentação dos bandidos. A polícia evita falar abertamente sobre as precauções tomadas, mas todos os anos a atenção é redobrada. No caso ocorrido na noite de ontem, apesar de algumas semelhanças com os acontecimentos passados, a polícia descarta o envolvimento do crime organizado. "Acredito que não, a participação de ninguém envolvido em facção. O setor de inteligência da Polícia Civil não monitorou nada deste tipo no Estado de São Paulo. Foi um fato isolado", disse o delegado Benedito Carlos Quiodeto, da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes.

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