O fato do Editor de Opinião e colunista Luiz Neto formular pergunta contundente a Pracuch, também colunista do próprio Comércio, é prova incontestável da seriedade do jornal e de seu compromisso com a verdade, doa a quem doer. A pergunta, muito provocante, foi mais ou menos assim: "Sendo o senhor um profundo conhecedor do ramo calçadista, por que não tem uma fábrica de calçados?". A resposta de Pracuch foi objetiva, do ponto de vista do interrogado, e me satisfez por completo (leia a coluna "My Way" onde o consultor e colunista responde à pergunta, em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php? id=43426&materia= My%20way). Pracuch é, indubitavelmente, um profundo conhecedor de todas as fases da produção de calçados e também da comercialização, por viver as entranhas dos mercados internos e externos. Eu, como pequeno fabricante, creio entender o consultor Pracuch. O fato de conhecermos certos ramos de atividades não significa que devemos abraçá-los. Às vezes não nos interessa ser pedreiro, embora sejamos o arquiteto da obra. O mérito esta em "perceber a letalidade do veneno e não em prová-lo, simplesmente". Parabéns ao Comércio, à liberdade de imprensa, à democracia deste jornal.
José Roberto Fidalgo Donadeli
Franca - SP
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