Respeito anda em baixa


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Isso é um verdadeiro desastre para toda a população. Sossego e respeito são duas das condições essenciais para a qualidade de vida. Morador do Parque dos Lima, enfrentei problemas do tipo ao início do ano, mas, felizmente, os tive resolvidos graças a ação conjunta exemplar da Prefeitura, do MP e da Polícia. A aplicação da lei tem de ser mais incisiva. Se um bar gera baderna, deve ser fechado e não somente multado. Se um carro está com som alto, o veículo deve ser multado e apreendido. Se alguém dirige embriagado, deve ir para a cadeia. Só com muito rigor conseguiremos acabar com esses absurdos. Aliás, pensando bem, esses são problemas próprios de nosso tempo, calcados no desrespeito geral da sociedade para com ela mesma. O "eu", infelizmente, prevalece em detrimento do "outro". Temos que voltar a ensinar respeito em casa e nas escolas. Alexandre Alves Franca - SP ***** A fiscalização confessa que agenda. Isso quer dizer que "avisa" dia e hora em que vai medir a poluição sonora. Então, é só o contraventor pedir a todos para que façam silêncio naquela oportunidade e até que se pegue o "OK" da Prefeitura. Depois, dá-se o sinal para que a bagunça volte ao normal. Depois da aferição, a Prefeitura não volta a incomodar tão cedo, mesmo se moradores reclamarem. Enganar o fiscal é fácil. Difícil é enganar o vizinho. Tentam esconder, mas todo mundo sabe que os "inferninhos", certas boates, certos motéis e certos bares pertencem, ainda que de forma indireta e velada, a políticos ou familiares de políticos. A liberação, então, é imediata. Os vizinhos que se danem. Pode-se ver, na Câmara, gente legislando em causa própria. A maioria das emendas são favoráveis às drogas, como o álcool, a poluição sonora, visual, do ar, etc. Parece que é uma questão de defesa com unhas e dentes ao vandalismo. Cláudia Franca - SP

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