O Conselho Deliberativo demorou em torno de sete meses para receber da diretoria executiva do Franca Basquete todos os moldes do contrato da equipe com a empresa de telefonia Vivo, fechado em setembro de 2008. O órgão havia solicitado ao clube as linhas gerais da parceria na época em que houve a assinatura do documento, mas as informações só foram liberadas no mês passado.
Em tese, nenhum conselheiro tinha informação oficial de quanto era o valor do contrato entre o Franca Basquete e seu principal patrocinador. Agora isso é de conhecimento público. O contrato é de R$ 1,32 milhão por um período de 12 meses. A diretoria executiva também envia ao Conselho o andamento das contas mensais, mas essa entrega também sofreu atraso. O Conselho Deliberativo não fiscaliza isso, o que é feito, de acordo com o estatuto, pelo Conselho Fiscal.
O presidente executivo, Fransérgio Garcia, foi genérico ao explicar porque a entrega da documentação atrasou. "As contas são abertas para todo mundo. O clube está em uma situação (financeira), digamos assim, privilegiada. Isso porque está praticamente saneado (as dívidas). Vou terminar meu mandato com as dívidas praticamente todas pagas", afirmou ontem. Segundo o próprio Fransérgio, o atraso na prestação de contas não tem referência com a saída de José Luiz Lana Matos e Rubens Calixto.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.