Um novo campeonato começa neste domingo, ao meio-dia, no Ginásio da Unifran, para o Vivo/Franca. A primeira partida das quartas de final contra o Brasília será a chance do time mostrar para sua torcida que não é coadjuvante no primeiro campeonato nacional organizado pelos clubes.
Durante a fase de classificação, o clube capengou, só conseguiu uma vitória diante dos primeiros colocados na tabela (contra o Minas Tênis, 82 a 71) e teve de brigar para fugir da última colocação do G8, situação diferente de anos anteriores, quando, via de regra, disputava a liderança.
O armador/ala Guilherme afirmou que "uma nova competição" inicia-se. "Não só é eu, como o time inteiro, está encarando esse playoff como um campeonato começando do zero. Só que nesse `campeonato`, cada jogo é uma final. Então, a motivação é extra", disse o atleta.
E para as seguidas "finais" que o time terá pela frente a partir deste domingo o técnico Hélio Rubens Garcia finalmente contará com todos os jogadores principais. Nesta semana, todo o elenco treinou e Hélio utilizou várias formações para testar as melhores opções.
Segundo Hélio Rubens, sem desfalques, a competitividade do time melhora consideravelmente. "Nossa força é muito maior. A consistência de jogo deve ser muito maior porque vamos procurar o quinteto que estiver produzindo mais. Antes não podíamos porque alguns jogadores tiveram de se sacrificar mais, jogando quase todo o tempo", disse o técnico.
Para o time, o jogo contra Brasília será um teste decisivo. Na fase de classificação, Franca não conseguiu vencer o confronto realizado no Poliesportivo (66 a 59) e no Distrito Federal (77 a 72). "Vamos entrar (em quadra) com um espírito de reação mesmo", disse Hélio Rubens Garcia.
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O pivô William Drudi, 14º em rebotes no Novo Basquete Brasil (média de 6,5), não vê como grande problema enfrentar neste playoff um adversário que ainda não foi batido. Ele destacou muito mais o jogo "fora de casa", já que a partida será na Unifran e não no Poliesportivo, onde o ginásio será usado para a Virada Cultural Paulista. "A gente não está muito acostumado aqui, seria melhor jogar no Póli, onde jogamos o ano inteiro.
Vamos contar com uma torcida menor, mas que também estará mais próxima. Mas agora é esquecer esses problemas fora de quadra e começar com vitória", disse.
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