O secretário de Serviços e Meio Ambiente, Ismar Tavares, confirmou ontem a existência da invasão de sepultura. Ele diz que outros seis casos semelhantes foram resolvidos com entendimento entre as partes. A situação agora só é diferente porque a família se recusou a aceitar uma outra área no Cemitério Santo Agostinho.
Tavares disse que o problema já existe há pelo menos dez anos e aconteceu porque várias sepulturas foram construídas encostadas uma nas outras, sem limites. “Herdamos essas invasões de outras administrações e estamos tentando resolver. Esse caso está no Jurídico e estamos aguardando pronunciamento”.
O secretário diz ainda que a invasão ocorreu principalmente em sepulturas que ficaram muito tempo paradas. Ele não sabe se existe mais sepulturas na mesma situação. “Há dois anos lançamos o recadastramento das sepulturas no Cemitério da Saudade e esse era um dos nossos objetivos. Só descobriremos se existem mais casos se o recadastramento for feito”.
Interessados em fazer o recadastramento podem procurar mais informações na secretaria do cemitério, na Prefeitura ou na Secretaria de Serviços e Meio Ambiente. O telefone do Cemitério da Saudade é (16) 3723-9103.
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