Apeoesp diz que impera a ‘Lei da Mordaça’ entre professores


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A assessoria de imprensa da Unifran deve emitir nota oficial sobre os episódios no estabelecimento ainda hoje. A secretária municipal de Educação, Leila Haddad, disse que providências foram tomadas. Mas no caso dos professores e diretores da rede de ensino estadual, eles estariam proibidos de falar com a imprensa. A denúncia foi feita por Luís Gonzaga José, 61, diretor da subsede da Apeoesp em Franca. "A lei da mordaça impera", disse Gonzaga. Ele acrescentou que é difícil até ouvir os envolvidos nas histórias. "Temos conhecimento pleno do que ocorre porque visitamos as escolas". Sobre os episódios registrados nos últimos dias, Gonzaga classificou como lamentáveis e disse que a Apeoesp tenta dialogar com o governo para que os professores tenham melhores condições de trabalho. "Os professores trabalham sem estímulo". O diretor do sindicato disse ainda que as famílias também teriam culpa pelos problemas enfrentados dentro das escolas. "Os pais não se preocupam em educar, deixam esta obrigação para as escolas", afirmou. Em 2006, a Apeoesp realizou uma pesquisa com os professores das redes pública e particular de ensino. O resultado final revelou que 80% deles sofreram algum tipo de ameaça.

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