Na ocorrência registrada pela direção da escola contra a aluna, consta que ela faria uso de medicamentos para hiperatividade. A mãe, MDFS, negou. “Ela faz tratamento médico, toma remédios de tarja preta, mas até hoje os médicos não diagnosticaram o que ela tem”, disse a mulher, que mora com outras duas filhas.
A menina disse que não se lembra de ter agredido a professora e disse que quer voltar para sua terra natal, Juazeiro do Norte, Ceará. Ela, a mãe e as irmãs chegaram a Franca em junho do ano passado, depois de um mês de viagem. “Vim em busca de trabalho”, disse a mulher. Hoje a família sobrevive com a ajuda de vizinhos.
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