Uma das fundadoras da ONG (Organização Não-Governamental) “Cão que Mia”, a empresária Aleni Papacídero aprovou com ressalvas a iniciativa da Prefeitura em retomar a captura dos animais que estão abandonados pelas ruas de Franca.
De acordo com a empresária, o sacrifício dos animais não é a medida ideal para controlar a população de cães. “Antes da aprovação da lei que proíbe a eutanásia, a Prefeitura capturava 300 animais por mês e nem por isso a quantidade de animais nas ruas da cidade diminuiu. Aqui na ONG adotamos a castração e a posse responsável como medida para fazer este controle”.
A empresária afirmou que já entrou em contato com o gabinete do deputado estadual Feliciano Filho (PV), autor da lei que proíbe o sacrifício de animais em São Paulo, para informar sobre a intenção da Prefeitura em sacrificar os animais que não forem adotados. “Já avisei a secretária dele sobre isso e em breve devo ter algum retorno sobre este assunto”.
Atualmente os dois abrigos da Cão Que Mia têm mais de 200 animais, entre cães e gatos, que são expostos para doação durante “feirões” semanais, que são realizados no estacionamento de um hipermercado da cidade. Em média 20 animais são adotados semanalmente pelos francanos.
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