Ruela se diz ‘perseguido’ por um delegado


| Tempo de leitura: 1 min
Em entrevista ao Comércio da Franca, Nilson Ruela explicou que o dinheiro apreendido era de um empréstimo para pagar a faculdade de seus filhos. Ele afirmou que as acusações foram todas sem fundamento, disse que armaram o flagrante e alegou perseguição pessoal do delegado que presidiu as investigações e comandou a operação no dia de sua prisão. Comercio da Franca -Por que você acha que foi perseguição? Nilson Ruela - Eu vejo motivo particular. Vocês que me acompanham sabem que ele já tentou me incriminar em outras situações. Já prestei grandes serviços, resolvi muitos casos, não estou me vangloriando, mas acho que tal fato não ocorreu com esta pessoa. Não sei. Comércio - Por que você fugiu do posto naquele dia? Nilson - O Nei entrou no meu carro dizendo que estavam armando para mim e mandou eu vazar (sic). Fui ao posto pegar um pendrive. Vi carros descaracterizados e saí dali. Inclusive liguei para meu superior informando de tal situação. Comércio - Quanto você tinha em dinheiro e como o conseguiu? Nilson - Eram R$ 3,6 mil. Dinheiro de empréstimo de um amigo para pagar a faculdade de meus filhos. Isso foi comprovado nos autos. O delegado João Walter Tostes Garcia, que presta serviços ao Gaeco, foi quem acompanhou os promotores durante o flagrante. Procurado na noite de ontem, inclusive em seu telefone particular, não foi encontrado para comentar as acusações feitas pelo investigador.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários