O desempregado Celso da Silva Melo, 28, acusado de matar o também desempregado Kennedy Flávio da Cruz Ribeiro, na manhã do dia 27 de janeiro, no Jardim Aeroporto IV, se apresentou ontem na sede da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Acompanhado de um advogado, Melo confessou o crime alegando legítima defesa. A vítima levou cinco facadas e morreu na hora.
O homicídio ocorreu na Avenida Elias Limonta. Celso da Silva estava foragido desde o dia do assassinato. A mulher do acusado afirmou que seu marido havia amolado uma faca horas antes do crime, dizendo que ia matar Kennedy. “Ele alegou legítima defesa, dizendo que, naquela madrugada, Kennedy o havia procurado no barraco onde morava, inclusive, efetuando dois disparos de revólver, mas ele não estava. Ao amanhecer, ele voltou e ambos lutaram. Ele pegou a faca e golpeou a vítima”, disse o delegado Márcio Murari.
Segundo a polícia, Kennedy teria procurado Celso e o acusado de ter mexido com sua filha. Como não havia pedido de prisão decretado, o desempregado foi indiciado pelo crime de homicídio e responderá ao processo em liberdade.
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