Necessidade passa por diagóstico


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Os aparelhos adaptados com elastic colorido são recentes. O método existe há cerca de 20 anos. O dentista João Carlos Castro trabalha há 31 anos na área e só começou a utilizá-los após dez anos de profissão. Mas o aparelho é uma necessidade e não justifica apenas por uma questão estética. Para poder usar é preciso o diagnóstico de um dentista. Ele detectará eventuais problemas na arcada dentária do paciente e então o aparelho poderá ser recomendado para a correção do problema. Castro explicou existirem três classes diferentes: o normal em que a pessoa apenas coloca o aparelho para alinhamento ou nivelamento da arcada; a mordida aberta onde a frente da boca não fecha; e a mandíbula mais avançada que o queijo, deixando-o pontudo e grande. A classificação é feita através de uma documentação ortodôntica composta por modelos da arcada dentária, fotografias e radiografias. Problema diagnosticado é hora de colocar o aparelho. Para isso são necessárias duas ou mais sessões no dentista. Na primeira consulta é colocado a banda e na outra os brequetes. Depois até que o problema seja resolvido a pessoa terá de ir periodicamente ao dentista para a manutenção do aparelho. Em casos mais simples, o tratamento pode durar dois meses. Mas há casos de pessoas que utilizam o aparelho durante anos. "Dependendo do problema a pessoa pode ficar até cinco anos em tratamento", explicou João Carlos.

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