O estudante Caio Meneghetti Fleury Lombard está levando uma vida normal enquanto aguarda a decisão da Justiça sobre seu futuro. Matriculado no segundo ano de direito da Unifran (Universidade de Franca), o rapaz cursa a faculdade pela manhã.
Ao causar o acidente no início do ano passado, uma das alegações dadas preliminarmente à polícia é que havia sido “obrigado” por alunos veteranos de uma faculdade de Ribeirão Preto a beber álcool em um trote da universidade. Sobre os frascos de lança-perfume dentro do Vectra dirigido por ele, a resposta foi que não sabia o que eles faziam no interior no veículo. Depois do acidente, sua família o transferiu de instituição, matriculando-o em Franca.
O Comércio não conseguiu falar com o estudante Caio Meneghetti Fleury. A reportagem o procurou na faculdade e também tentou falar por telefone, sem sucesso. Várias ligações feitas ao seu celular eram atendidas e desligadas em seguida.
Após o acidente de fevereiro de 2008, Lombard teve sua carteira de habilitação retida, mas obteve na Justiça o direito de voltar a dirigir. Um dia após ser fotografado saindo do escritório de representações de sua família em uma motocicleta, uma mulher - que se identificou como mãe do universitário -, entrou em contato com a redação e disse que nem ela nem seu filho fariam qualquer comentário sobre o processo.
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