A Polícia Civil descartou, ontem, o envolvimento do advogado COR em um assalto ocorrido no Jardim Ângela Rosa, zona sul da cidade. O crime ocorreu na tarde de quinta-feira. Dois ladrões invadiram uma loja de confecções, um deles armado com um revólver. Os assaltantes - que usavam capacetes para não ser identificados - dominaram uma funcionária e fugiram em uma motocicleta vermelha levando pequena quantidade de dinheiro.
Pouco antes disso, o advogado COR, morador no Residencial Jovita de Melo, envolveu-se em uma briga familiar, com seu padrasto de 59 anos e sua irmã, de 22, em que os três se feriram. Enquanto o padrasto e a mulher foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros, COR deixou o local em uma moto roxa.
A Polícia Militar foi acionada para atender as duas ocorrências. Segundo um dos PMs que acompanhou os casos, a suspeita inicial - equivocada -, na quinta, era de que o advogado, que mora em um bairro próximo ao local do roubo, pudesse ser um dos autores do crime. Um alerta chegou a ser feito na rede de comunicação da PM nesse sentido.
Mas, ontem, tal possibilidade foi descartada pela Polícia Civil, para quem as ocorrências de briga em família e assalto não tem qualquer ligação. "Este homem é investigado somente pela agressão aos familiares. Ele já prestou depoimento e disse ter sido agredido também. Não há indícios de outros problemas", disse a delegada Graciela David Ambrósio.
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