Enquanto os grandes concursos não dão as caras em 2009, há oportunidades interessantes aparecendo por aí. Uma delas é a seleção para o cargo de assistente técnico-administrativo que acaba de ser aberta pelo Ministério da Fazenda. Ao todo são 2 mil vagas espalhadas por todo o País, inclusive em São Paulo, Estado que acumula maior número de postos de trabalho - 368. Em Minas Gerais haverá 217 vagas.
Os cargos exigem nível médio e o salário é de R$ 2.590, conforme edital divulgado na última segunda-feira. As inscrições custam R$ 62 e podem ser feitas até as 18 horas do dia 20 de março, pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. É importante que no ato do preenchimento do formulário seja informado corretamente o Estado em que o candidato deseja fazer a prova e também trabalhar. Essa informação não poderá ser modificada posteriormente.
Quem for melhor nas provas que acontecem no próximo dia 10 de maio ficará responsável por desempenhar atividades relacionadas a logística, atendimento, rotinas administrativas e técnicas.
Nas duas provas cairão 80 questões objetivas de língua portuguesa, raciocínio lógico, informática básica, direito administrativo e constitucional, direito tributário e previdenciário. Será qualificado o candidato que acertar no mínimo 40% da pontuação máxima em língua portuguesa e 60% da somatória de toda a prova.
O interesse dos francanos por esse concurso é evidenciado pela procura por cursos preparatórios específicos. O cursinho Márcio Cunha vai iniciar na próxima semana um módulo de dois meses voltado para as disciplinas que cairão nas avaliações do Ministério da Fazenda. Segundo o professor e advogado Márcio Cunha, foram feitas 20 inscrições até agora.
O limite é de 30. O público, segundo ele, é bastante heterogêneo, tanto na idade quanto na área de atuação, com alunos muitas vezes não formados em Direito. As aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, das 19h15 às 22h30, até 8 de maio. O investimento é de quatro parcelas de R$ 140.
O professor aconselha que a prova elaborada pela Esaf (Escola de Administração Fazendária) deve ser trabalhada com base no processo de exclusão, enfocando a identificação das hipóteses equivocadas. “O candidato tem que saber o conteúdo mesmo, não tem jeito de enganar, principalmente na parte de Direito, porque hoje língua portuguesa e raciocínio lógico são básicos, todo concurso pede. Mas na minha opinião as provas do Ministério da Fazenda não são complexas”.
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