Quando criaram os fumódromos muita gente “viciada” parou de fumar. Perdeu a graça, que era justamente soprar na cara dos passivos sem que eles pudessem reagir. Ficou claro que era mesmo sem-vergonhismo. O organismo humano não tem engrenagens com óleo diesel e chaminé para soltar fumaça. Portanto, é ilógico tal comportamento. Num terreiro, a mãe-de-santo que não fuma, ao receber o “preto véio”, pede para fumar cachimbo, charuto, etc. O corpo fumante dela é apenas um instrumento de terceiros. A mesma coisa acontece com o alcoolismo. Um bar pode ter uma linda área livre nos fundos, mas acontece que para mostrar o cetro (o copo), o bêbado precisa estar diante dos súditos, isto é, tem que ter a interatividade dos transeuntes que passam na rua e calçada. A coroa do bêbado é ser visto com o copo na mão. Na liberdade, toda as coisas são lícitas, mas nem todas convêm.
Cláudia Lemos
Franca - SP
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Não é proibido fumar! É, Sr. Edward (de Souza, colunista), o cerco está se fechando contra os fumantes. Chegará a hora em que o senhor ficará tão cerceado de exercer seu “supervício” que não será apenas no Shopping que deixará de adentrar. Mas aproveite para fumar tudo e quanto puder agora. Se o senhor fuma um cigarro a cada 10 minutos e gostaria de ficar no Shopping por duas horas, então fume doze cigarros antes de ir. Assim, não precisa se privar do passeio. Eu não acho que o senhor tenha feito apologia ao tabagismo em seu texto (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=40954) e nem que não seja certo o maço de cigarros custar, como afirmou, R$ 39,90. O que está errado é as pessoas não aderirem a suas colocações tão bem explicitadas, não é mesmo? Ah, senhor Edward. Não se apoquente e não deixe de fumar por causa da incompreensão dos não fumantes e nem dos pentelhos ex-fumantes. Esses últimos são mesmo uns ingênuos e ainda falam que pararam de fumar há tempos. Certo está o senhor, com tanta firmeza nas convicções de bom fumante que nada o fará deixar de exercer o direito que parece ser o mais nobre em sua vida. Afinal e além do mais, também como disse, conhece os efeitos do tabagismo! Pior é o fumante que não conhece esses efeitos, não é verdade? Esses sim estão liquidados. Se o cigarro for levado à exorbitância de R$ 39,90 o maço – ou se acontecer o pior, a proibição da fabricação de cigarros no País, mesmo assim não deixe de exercer seu direito constitucional de fumar e fumar muito, pois haverá, com certeza, rolos e rolos de fumo de corda disponíveis em supermercados. O senhor pode verificar, então, que existem meios, principalmente quando existe determinação, para se levar adiante um objetivo tão poderoso quanto este a que se impôs.
José Umberto Viscondi
Franca - SP
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Não fumo e não gosto do cheiro do cigarro. O odor impregna em tudo quanto é lugar. Compreendo a lei e a acho válida, principalmente se pensarmos nos malefícios que este vício traz. Mas entendo o que Edward (de Souza, colunista) quer nos fazer enxergar. Como fumar se tornou fora de moda, o governo faz verdadeira caça aos que tal ato praticam. É o famoso boi de piranha. Por que não é assim com outras drogas? A bebida, por exemplo. Como bem escreveu o colunista, aumentar o preço do cigarro (e o da bebida também) seria uma solução, mas o governo não quer correr riscos com a queda na tributação deste produto. Fumar mata. A bebida, a maconha, o crack, a cocaína e a heroína, certamente fazem juntos ou separados muito mais vítimas fatais do que o cigarro. Ah! Dirigir desatento ou fazendo gracinhas no trânsito também faz mal à saúde, principalmente a dos outros. Sexo desenfreado e sem camisinha em festinhas também ajuda a aumentar a listinha da SIDA.
Marcos Masini
Franca - SP
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